terça-feira, 1 de outubro de 2013

Fórum 3

Este post é o resultado da oficina realizado no encontro presencial do MGME.
Tipos de combustíveis (pontos desfavoráveis  e os pontos desfavoráveis) .
6ºano 5º série.

Problematização:
1 Você tem carro?
2- Qual é o tipo de combustível que é utilizado? Por que?
3- O que é um carro flex?
4- Por que você prefere esse tipo de combustível?
5- Você sabe de onde vem o tipo de combustível  que você usa?

Levantamento Prévio:
1- O que são os combustíveis?
2- Para que serve os combustíveis?
3- Quais são os tipos de combustíveis?
4~De onde vem o combustível?Qual é a sua origem?

1º Entrevista
2º Levantamento Prévio
3º Entrevista Familiar
4º Finalização Conclusão

Mais uma sugestão...






Gostaria de sugerir que incluíssemos na nossa Situação de Aprendizagem uma aula prática com a montagem de um circuito elétrico, o que   acham? Neste caso seria para evidenciar ainda mais o que eles entendiam por energia elétrica, como ela funcionava e de onde ela vinha, para isto além dos alunos serem informados que pessoas do mundo todo utilizam a eletricidade principalmente para acender uma lâmpada, eles receberiam alguns materiais ( uma pilha alcalina grande de 1,5 volt, um fio encapado de 20 centímetros e uma lâmpada incandescente de 2,5 volts) para que fizessem testes até conseguirem acende-las lembrando que tinham que usar os três materiais. Para ajudar a turma avançar, forneceríamos um texto científico que listasse os componentes de um circuito elétrico simples e assim eles conseguissem através da LEITURA fazer a relação e conseguir aplicá-la. 
Poderíamos ainda para enriquecer ainda mais o assunto, levar alguns vídeos explicativos sobre o que há dentro da lâmpada incandescente e o que há dentro de uma pilha. Bom fica aqui  mais uma sugestão!










Fórum 2

Depoimento da minha experiência com a leitura e a escrita.

Vou apresentar a vocês como começou  minha história com os livros e a leitura. O primeiro livro que recebi foi a Ilha Perdida da coleção Vagalume. A professora da 3 série iniciou-se a leitura em voz alta  com todos os alunos da sala de aula e através da narração dela foi me conquistando uma história em enredo, me prendendo a essa história fascinante. Logo após, adquiri o gosto pela leitura.Após a atividade da professora ela pediu um relatório onde observou cada desempenho de cada um. a partir do momento, em que descobri o prazer da leitura consegui ir em busca de outras coleções e foi o momento mais importante da minha vida. Até hoje sigo o exemplo da professora.

Escola Biodiversa: Depoimentos sobre Leitura e Escrita

Escola Biodiversa: Depoimentos sobre Leitura e Escrita: Por Carlos Fernando Balzi     "Quando criança gostava de ler gibis, porém não me lembro de nenhum em especial, me lembro até de enco...

segunda-feira, 30 de setembro de 2013


Este post é resultado da oficina de elaboração de uma situação de aprendizagem, realizada no encontro presencial do curso MGME.

Eixo: Ciência e Tecnologia
Subtema: Energia no Cotidiano e no Sistema Produtivo (8°ano 4° BIM.)

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

O post de hoje é na verdade uma sugestão!

O livro Jardim das Brincadeiras de Guilherme Blauth apresenta "brincadeiras que aumentem a conexão de crianças e adultos com a vida, despertem a sensibilidade para amar o mundo vivo e contribuam para perceber mais profundamente o universo dos padrões naturais. Além disso, os brinquedos e brincadeiras deste livro são cooperativas, estimulam uma cultura de paz, abundância e alegria. Sem vencedores, podemos experimentar brincar juntos."

"A vida faz a brincadeira brilhar." 



Jardim das Brincadeiras
Uma estratégia lúdica para a educação ecológica

De Guilherme Blauth


"Queria fazer brinquedos sustentáveis, que quando ficassem velhos pudessem acabar sua vida na composteira. Brinquedos que virassem adubo, ou melhor, vida. O meu jardim foi o ponto de partida. Aos poucos fui deixando a criação acontecer. Simplesmente acordei para brincadeiras que usassem elementos orgânicos, de preferência não muito manipulados..."



Link para download do livro:
http://jardimdasbrincadeiras.files.wordpress.com/2013/09/jardim-das-brincadeiras.pdf

Fonte: http://jardimdasbrincadeiras.wordpress.com/

Texto para nossa reflexão...

DÍGRAFO


Rubem Alves



  

Uma das minhas alegrias são as cartas que recebo das crianças. Escrevem-me a propósito de meus livros infantis. Alegro-me sabendo que esses livros, além de dar prazer fazem as crianças pensar. As crianças me entendem. Meu filósofo mais querido, Nietzsche, escrevia para adultos eruditos, e eles não o entendiam. Desanimado com a estupidez dos adultos, ele escreveu: "Gosto de me assentar aqui, onde as crianças brincam ao lado da parede em ruínas, entre espinhos e papoulas vermelhas. Para as crianças, sou ainda um sábio; e também para os espinhos e as papoulas vermelhas". Os adultos não o entendiam porque ele escrevia como criança. Pois eu recebi carta de um menininho. Não vou revelar o nome dele para não comprometê-lo perante a professora. Li a cartinha dele tantas vezes que já a sei de cor. Transcrevo: "Prezado Rubem (...). Li o seu livro 'O Patinho que Não Aprendeu a Voar'. Eu gostei, porque aprendi que liberdade é fazer o que se quer muito mesmo. Escreva para min. E eu tenho uma professora demais. Com todos os livros que a gente lê, ela manda fazer ditados, encontrar palavras com dígrafo, encontro consonantal e encontro vocálico".

Minha alegria inicial foi interrompida por um estremecimento de horror: eu não sei o que é dígrafo! Meu Deus! Ele, um menininho de 9 anos, já sabe. E eu não. O dígrafo tem de ser coisa muito importante, essencial, para ter sido incluído no currículo de um menininho de 9 anos. Com certeza, é preciso Conhecê-lo para ser iniciado nos prazeres da leitura, a única coisa que importa.
E eu não sabia disso. Não sei o que é dígrafo. Duvido da minha competência literária. E certo que Guimarães Rosa, Adélia Prado e Manoel de Barros, ao escrever, tinham de ter sempre presente na consciência a importância dos dígrafos. E o pior: recusei-me a saber o que é dígrafo quando uma professora tentou salvar-me da minha ignorância.
Meu pensamento é poético. Recusa-se a nadar em linha reta. Dança, deleita-se em analogias. 
Wittgenstein diz que o sentido de uma palavra é o uso que dela se faz. Quais os usos possíveis da palavra "dígrafo"? Não serve para erotizar o texto. Não torna o texto mais saboroso nem aumenta a gula literária do aluno. O texto não fica mais claro quando seus dígrafos são grifados. Tentei imaginar uma conversa inteligente em que a palavra "dígrafo" entrasse. Não consegui formular uma única frase humana.
Quando eu estudei, acho que o termo "dígrafos' ainda não havia sido inventado por algum gramático. Mas os infinitamente variados nomes da análise sintática já existiam. A inventividade dos gramáticos não tem fim! Estudei muito a analise sintática. Sofri tanto que, naquele tempo, escrevi num relatório para o colégio em que estudei, o Andrews, no Rio, que eu queria ser engenheiro; eu era bom em matemática, mas não gostava das coisas da língua. A análise sintática me ensinou a ter raiva da literatura. Só muito mais tarde, depois de esquecer tudo o que aprendera na análise sintática, aprendi as delícias da língua. Aí, parei de falar os nomes anatômicos dos músculos da amada. Lia e me entregava ao puro gozo de ler.
Acho que as escolas terão realizado sua missão se forem capazes de desenvolver nos alunos o prazer da leitura. Ele é o pressuposto de tudo mais. Quem ama ler tem nas mãos as chaves do mundo. Mas o que vejo acontecendo é o contrário. São raríssimos os casos de amor à leitura desenvolvido nas aulas de estudo formal da língua.
Sonho com o dia em que as crianças que lêem meus livrinhos não terão de grifar dígrafos e em que o conhecimento das obras literárias não será objeto de exames vestibulares: os livros serão lidos pelo simples prazer da leitura.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Depoimento da minha experiência com a leitura

As portas da leitura por prazer foram realmente abertas para mim aos meus 12 anos, quando limpava a estante de minha Tia, professora de língua portuguesa e avistei um livro que me chamou atenção, chama-se “A marca de uma lágrima”, um livro infanto-juvenil de Pedro Bandeira, na capa havia um desenho de uma moça triste escrevendo, observando a capa me senti familiarizada com a imagem, pois passava pelo período de adolescência e escrevia sempre sobre meus anseios e descobertas. Antes disso, jamais havia lido por prazer, apenas por obrigação. Então aquele livro me aconchegou, me envolveu de tal forma, que não sossegava enquanto não lia o próximo capítulo, até terminá-lo. Eu “entrei” no livro e ele “entrou” em mim. 

Desde então ler para mim é envolver-se e visitar mundos que conhecemos através de nossa imaginação, no qual nos libertamos para imaginar o que queremos, sem nos preocupar se é certo ou errado. É compreendermos o que não seria possível apenas olhando.

ABRA-SE

De Fernando Pessoa


Navegue, descubra tesouros,
mas não os tire do fundo do mar,
o lugar deles é lá.
Admire a lua, sonhe com ela,
mas não queira trazê-la para a terra.

Curta o sol, se deixe acariciar por ele,
mas lembre-se que o seu calor é para todos.

Sonhe com as estrelas, apenas sonhe, elas só podem brilhar no céu.
Não tente deter o vento, ele precisa correr por toda parte,
ele tem pressa de chegar sabe-se lá onde.

Não apare a chuva, ela quer cair e molhar muitos rostos,
não pode molhar só o seu. 


Mais um depoimento sobre Leitura e Escrita...

Por Ana Lucia Fonseca

A  Leitura aciona uma cadeia humana em direção a imaginação que  é indescritível o que ela provoca em cada um: lendo nos projetamos no tempo em que vivemos e no que ainda está por vir, lendo  viajamos no tempo, experimentamos sensações e encantos. Isso porque se o dia nos ensina a viver, a Leitura é capaz de desenhar  realidades possíveis de acontecer. 

Minha primeira experiência com leitura ocorreu quando eu estava na 5ª série, até então eu lia mas não tinha descoberto o prazer da leitura. Meu primeiro livro foi Menino de Asas, de Homero Homem,da série vaga-lume. Até então, não tinha muito acesso a livros. Minha família, humilde, embora sempre me incentivasse a estudar, não me oportunizava esses momentos prazerosos que a leitura em família oferece. Minha mãe, a merendeira da escola onde eu estudava, mal sabia ler.Dona Neusa, era a minha professora de Língua Portuguesa, e todos os meses ela trazia os livros, emprestados, para que lêssemos, e depois de um determinado tempo, fizéssemos a ficha de leitura e finalmente fazíamos uma prova sobre o livro lido.
Eu não via a hora de cumprir com esse cronograma porque assim que a tarefa era cumprida já podíamos emprestar outro livro. Descobri, mesmo com esse ritual todo, que aquelas “leituras obrigatórias”, poderia ser prazerosa e que eu poderia aprender cada vez mais com os livros que eu lia e assim fui sendo picada pela leitura, por sua beleza e depois que isso acontece, como diz Rubem Alves, é perigoso, vicia...

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Depoimentos sobre Leitura e Escrita

Por Carlos Fernando Balzi

    "Quando criança gostava de ler gibis, porém não me lembro de nenhum em especial, me lembro até de encontrar alguns gibis jogados na rua, as vezes até faltava algumas páginas, que eu pegava e lia as páginas que existiam, pois naquela época o acesso a leitura não era tão fácil como é hoje.

     Vou relatar o primeiro livro (maior do que um gibi) que eu me lembro muito bem de ter lido; foi o livro A Ilha Perdida da coleção vagalume, onde o motivo da leitura foi a realização de uma avaliação sobre o mesmo na 2ª série do ensino fundamental (3º ano). Lembro-me que a professora iniciou a leitura em voz alta com todos os alunos da sala, e naquela aula foram lidas mais ou menos umas quatro páginas; foi ai então que percebi que que a leitura silenciosa e em um lugar sem barulho fazia com que eu entendesse melhor a história. Por isso ao chegar em casa voltei a ler as páginas na qual a leitura havia sido feita em sala de aula e também várias outras páginas.
     Como eu morava em um sítio eu gostava de ler em cima das árvores, sempre achava um galho onde eu me acomodava e não via o tempo passar, não era a toa que eu gostava dos livros de aventura.
     Me lembro também dos livros de literatura em que lia para fazer provas ( O Cortiço, Senhora, Memórias de um Sargento de Milícias, etc.) porém alguns desses não gostei muito de ler, achava que o autor escrevia muitos detalhes o que fazia a leitura se tornar cansativa.
     Hoje em dia eu leio principalmente livros científicos ou relacionados à Matemática, e acredito que a leitura é a melhor forma de desenvolvermos nosso vocabulário e nosso raciocínio."
A Grande Biblioteca Virtual


Este é o momento de refletirmos sobre o ato da leitura. Cada um de nós é formado pelas experiências que adquire ao longo da vida, inclusive as de leitura e escrita. Alguns livros nos marcam tanto que ficam para sempre guardados em nosso espírito. De cada um deles restam uma impressão e uma memória. 

Por Fernando Bonassi



segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Vinte e Uma Coisas Que Aprendi Como Escritor


Por Moacyr Scliar


APRENDI que escrever é basicamente contar histórias, e que os melhores livros de ficção que li eram aqueles que tinham uma história para contar.

APRENDI que o ato de escrever é uma seqüela do ato de ler. É preciso captar com os olhos as imagens das letras, guardá-las no reservatório que temos em nossa mente e utilizá-las para compor depois as nossas próprias palavras.

Primeira postagem da série: Depoimentos sobre Leitura e Escrita


Por Gabriela Lavagnolli


"Sempre me considerei privilegiada. Estudei em uma boa escola, meus pais sempre participaram ativamente da minha vida escolar e nunca me faltou estímulo para o estudo. Acredito que o pouco conhecimento que tenho, que é mesmo pouquíssimo, construiu-se com base nas experiências que tive na escola, mesmo minha profissão, foi uma escolha feita pelas experiências e influências de professores muito queridos.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Competência Leitora e Escritora no Ensino de Ciências e Biologia

As Áreas de Ciências e Biologia e a Formação do Cidadão

Por: Rosilda Cajaiba Barbosa e Lucas Santos Campos

Tendo em mente que em um mundo em que os textos estão por toda parte, entender o que se lê é uma necessidade para poder participar plenamente da vida social. Independentemente de seu campo de atuação, o professor pode ajudar seus alunos a ler e compreender diferentes tipos de texto, incentivando-os a explorar cada um deles. 

BIODIVERSIDADE



Biodiversidade ou diversidade biológica é a diversidade da natureza viva. Desde 1986, o termo e conceito têm adquirido largo uso entre biólogos, ambientalistas, líderes políticos e cidadãos informados no mundo todo. Este uso coincidiu com o aumento da preocupação com a extinção, observado nas últimas décadas do Século XX.

Bem Vindos!!!


O blog, Escola Biodiversa, faz referência aos assuntos tratados na Escola E. E. Belém da Serra. Os temas postados no blog compreendem os conteúdos do Currículo do Estado, trabalhados tanto durante o período de aulas quanto em atividades extras. 



Em destaque os projetos em andamento: Horta Vertical e Graffite.